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07/01/2015 11:01

Presidente da AMAI, coronel Elizeo Ferraz Furquim, fala à Rádio CBN sobre pagamento de progressões e promoções

Presidente da AMAI, coronel Elizeo Ferraz Furquim, fala à Rádio CBN sobre pagamento de progressões e promoções

Fonte: CBN Curitiba

Pelo menos 300 sargentos formados no segundo semestre de 2014 ainda não receberam o devido pelas promoções e outros oficiais estariam com problemas na progressão de carreira.

O capitão Luciano Blasius, lotado na Academia da Polícia Militar do Guatupê, publicou no dia 2 de janeiro uma carta aberta ao governador Beto Richa e à vice-governadora Cida Borghetti no seu perfil no facebook chamando atenção para a situação.

A primeira questão levantada são as promoções, que mesmo previstas na legislação estadual não vem sendo cumpridas. Segundo o capitão, os PMs levam anos para conquistar grau hierárquico diferenciado, passam por cursos, internos e externos, mas não estariam sendo legalmente reconhecidos por isso. Como exemplo, ele cita os atuais Aspirantes 2014, que ainda estariam recebendo como cadetes do 2º ano, situação que já era de defasagem, isso porque 2014 era o terceiro ano de formação do grupo.

Outro ponto levantado são as progressões que não estariam sendo implantadas. Os PMs levam 5 anos para conseguir 5% a mais nos vencimentos, mas o aumento não estaria sendo respeitado.

O presidente da Associação de Defesa dos Policiais Militares do Paraná, coronel Elizeo Furquim, confirma os problemas, que segundo ele haviam sido tema de acordo com o governo do estado no fim de 2014, o que não foi cumprido.

A Secretaria de Segurança Pública se manifestou em nota divulgada à imprensa, em que esclarece que alguns processos envolvendo promoções de policiais estavam represados devido à obediência à Lei de Responsabilidade Fiscal. Ainda segundo o texto, o secretário da Segurança Pública, Fernando Francischini, já solicitou que as polícias Civil e Militar façam um levantamento de todas as pendências. Está agendada uma reunião, para os próximos dias, entre Francischini e a Secretaria da Fazenda para tratar deste assunto e discutir um cronograma de pagamento.

Espera que foi criticada pelo representante dos policiais militares, que cobra celeridade no processo.

Ouça os comentários do coronel Furquim aqui.

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